MP DO BEM DÁ ISONOMIA FISCAL E TRIBUTÁRIA PARA AS EMBALAGENS BRASILEIRAS

AEB DISCUTE A ELIMINAÇÃO DAS BARREIRAS INTERNAS À EXPORTAÇÃO

ENAEX BUSCA CAMINHOS PARA BARRAR QUEDA DAS EXPORTAÇÕES

MD FESTEJA MAIS DE UM SÉCULO DE EXISTÊNCIA: INVESTIMENTOS DE R$ 21 MILHÕES

IDORT AMPLIARÁ OFERTA DE CURSOS EM 2006

ALTA TECNOLOGIA EM EMBALAGEM

IDORT ENTRE OS FINALISTAS DO 8º PRÊMIO TOP OF MIND


MP DO BEM DÁ ISONOMIA FISCAL E TRIBUTÁRIA

PARA AS EMBALAGENS BRASILEIRAS

 

O projeto, do Deputado Betinho Rosado, do Rio Grande do Norte,  beneficia os produtores  de frutas e de embalagens de todo o Brasil.

 

A inclusão na MP do Bem da isonomia fiscal e tributária para as embalagens brasileiras, beneficiará, principalmente, os produtores de frutas e de embalagens do País. Para atender as especificações internacionais, a indústria brasileira de celulose, papel e embalagens de papelão ondulado investiu em tecnologia, com o desenvolvimento de papéis especiais, insumos diferenciados, como resinas repelentes ou resistentes a água e a umidade, colas e tintas especiais, que preservam as características de reciclagem das embalagens.

Segundo o presidente da ABPO – Associação Brasileira do Papelão Ondulado, Paulo Sérgio Peres, embora tenham reconhecimento internacional, é crescente a importação de embalagens de papelão ondulado em regime de drawback, que chegam ao Brasil, isentas de impostos e tributos, para concorrerem de maneira desigual com as embalagens brasileiras.

Com a nova Lei, os produtores brasileiros de frutas poderão contar com fornecedores nacionais de embalagens com atendimento local, eliminando o complexo processo burocrático na importação dessas embalagens que, agora, poderão ser solicitadas à medida da necessidade de cada embarque específico. “A medida traz justiça aos produtores nacionais de frutas e de embalagens e cria a possibilidade do aumento de emprego no Brasil pelo crescimento dos volumes a serem exportados e pela substituição das importações por embalagens brasileiras”, afirma Peres.

Dados divulgados pelo IBRAF - Instituto Brasileiro de Frutas, revelam que, em 2005, as vendas externas de frutas frescas representaram exportação da ordem de US$ 462,5 milhões para um volume de 1 milhão de toneladas, com a  utilização, em sua maioria, de caixas de papelão ondulado de padrão internacional. A produção e exportação de frutas frescas têm sido uma das atividades predominantes do pólo fruticultor Mossoró-Assu/RN.

 

 

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                                                                                     Janeiro/2006

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AEB DISCUTE A ELIMINAÇÃO DAS BARREIRAS INTERNAS À EXPORTAÇÃO

A eliminação das barreiras internas à exportação, que têm impedido que o País se torne altamente competitivo e em condições de ocupar espaços externos será tema de discussão no 25º ENAEX - Encontro Nacional de Comércio Exterior, promovido pela AEB - Associação de Comércio Exterior do Brasil, que acontece de 23 a 25 de novembro, no Hotel Glória, Rio de Janeiro.

O evento, que comemora seu jubileu de prata, contará com a presença de Ministros de Estado e das maiores autoridades ligadas ao setor e de cerca de dois mil executivos e usuários de serviços no segmento de exportação e importação de empresas de maior representatividade no cenário nacional.

A eliminação auto-sustentável da vulnerabilidade externa; os efeitos da abertura econômica; as potencialidades do mercado externo e seus obstáculos; barreiras internas à exportação e sistema tributário também serão debatidos.

Segundo o presidente da entidade, Benedicto Fonseca Moreira, mesmo com o reconhecimento do papel estratégico da exportação no contexto de abertura da economia, os governos têm marginalizado essa política. "A exportação é tratada como retórica discursiva ou, quando muito, em medidas isoladas, quando o País precisa, com urgência, de plano e programa integrados, em caráter permanente, e tratamento hegemônico da ação interna", afirma Moreira.

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novembro/2005

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ENAEX BUSCA CAMINHOS PARA BARRAR QUEDA DAS EXPORTAÇÕES

Objetivo é conter o declínio da produção industrial e incentivar retomada da economia

Empresários experientes na operação do comércio exterior brasileiro estão atribuindo a queda da produção industrial, confirmada, no último trimestre, pelas estatísticas do IBGE, à perda de competitividade dos produtos de tradição exportadora de maior valor agregado. A causa maior, para eles, é o câmbio bastante desfavorável que, além de afetar as vendas externas, com- prometendo o crescimento do saldo perseguido da balança comercial, ainda favorece a expansão das importações em detrimento de produtos brasileiros similares. Outra conseqüência adicional é o enfraquecimento do mercado doméstico que provoca o aumento dos estoques acumulados, afeta a busca da expansão da escala de produção e o desejado salto de qualidade em produtos e serviços, comprometendo os avanços de produtividade, e prejudica a maximização da exportação de produtos de médio e alto valor agregado.

Na reunião preparatória dos temas a serem focados no próximo Encontro Nacional de Comércio Exterior, a partir do dia 23 de novembro, no Rio de Janeiro, em sua vigésima quinta versão, promovido pela AEB, e que deverá ser aberto pelo presidente Luiz Ignácio Lula da Silva, lamentava-se os resultados industriais negativos exatamente neste momento em que a economia mundial se mostra reabilitada em seu dinamismo e países emergentes apresentam, ao contrário do Brasil, melhores taxas de crescimento dos seus Produtos Internos.

Mercado Externo

Os dados da OMC, analisados no âmbito da AEB, mostram que a exportação mundial de mercadorias foi de US$ 8,8 trilhões no ano passado, com participação brasileira modesta de pouco mais de 1%. Máquinas, aparelhos e veículos representaram 38,4% das exportações mundiais, em valor, e os produtos agropecuários apenas 8,9%, sendo 7,2% relativos a alimentos. As exportações brasileiras nesses setores específicos foram de apenas 0,6% e 3,6%, embora tenham respondido, respectivamente, por 23,2% e 33,1% das nossas vendas externas globais.

Esses dados, na opinião do presidente da AEB, Benedicto Fonseca Moreira, evidenciam a importância do esforço para ampliar a produção e a exportação de produtos de maior valor agregado, " sem prejuízo de intensificar as vendas dos demais setores", enfatizou. Moreira defendeu ainda a retomada das exportações brasileiras na área de serviços, que já tiveram excelente performance e, hoje, não vão além de 0,4% dos US$ 3 trilhões de seu peso no intercâmbio mundial.

Essas e outras questões extremamente relevantes serão discutidas no jubileu de prata do ENAEX, o maior encontro de empresários do comércio exterior brasileiro, que contará com a presença de vários ministros de Estado.

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MD FESTEJA MAIS DE UM SÉCULO DE EXISTÊNCIA: INVESTIMENTOS DE R$ 21 MILHÕES


A MD Papéis, que em setembro comemorou 115 anos de existência, foi uma das primeiras fábricas de papel fundada no Brasil. Em 1997, a empresa foi adquirida pelo Grupo Formitex, 100% nacional, passando por profundas mudanças, sem perder a sua principal vocação: produzir papéis de alta qualidade visando antecipar-se às tendências e demanda de mercado.

Para festejar mais de um século de atividades, a MD Papéis anuncia novos investimentos de R$ 21 milhões, na ampliação da sua linha de produção e novos produtos. A maior parte deles (R$ 14 milhões) vai para um dos carros-chefes da MD que são os papéis base para siliconização (etiquetas adesivas). “Temos observado que o mercado de auto-adesivos tem crescido muito nos últimos anos. Isso tem nos incentivado a investir e acompanhar de perto, as tendências desse pujante e dinâmico setor”, ressalta o diretor de negócios da MD, Rubens Bambini. Ele lembra que a MD atua, basicamente, como fornecedora de insumos para outras indústrias de conversão, participando, portanto, de diversas cadeias de produção. “Nosso modelo de negócios está fortemente embasado em negociações company-to-company e, normalmente, o produto final possui valor agregado bastante elevado. Nesse tipo de mercado, o serviço pré e pós-venda tem tanta importância quanto o preço. Atualmente, existe uma forte concentração de produtores desses papéis, principalmente na Europa, o que faz da MD praticamente uma das únicas alternativas de suprimento em todo o Hemisfério Sul”, confirma.

Atualmente a empresa é líder na América do Sul no fornecimento de papéis especiais, tais como crepados para confecção de fitas adesivas; filtros descartáveis para café; papéis glassines para embalagens flexíveis e siliconização e decorativos para laminados de alta e baixa pressão.

Os papéis MD fazem parte do dia-a-dia do brasileiro, presentes nas fitas crepe, nos filtros descartáveis para café, nos sacos de pipocas para microondas, nos sachês de adoçantes, nas embalagens de chicletes, nos fitilhos descartáveis dos absorventes higiênicos e até nos pisos laminados, além de produzir cartolinas para uso escolar e outros fins.

Além de atender o mercado interno, seus produtos são exportados para mais de 40 países, tendo como principais mercados, respectivamente, a Argentina, a Espanha e a Itália ampliando negócios com os Estados Unidos, restante da Europa e Ásia Pacífico. Em 2004, a MD exportou 14.500 toneladas, contabilizando US$ 20 milhões. “A expansão das nossas exportações deverá elevar, entre 30 e 35%, sua participação no faturamento contra de 20 a 25% nos anos anteriores”.

As principais certificações ratificam o comprometimento da MD Papéis com a Qualidade Total, principalmente no que diz respeito aos produtos voltados à área de embalagem de alimentos e para uso farmacêutico: CETEA conforme Ministério da Saúde, SGS conforme FDA e ISEGA conforme BgVV. A MD Papéis possui seu sistema de gestão da qualidade certificado conforme NBR ISO 9001:2000.

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Unipress - Empresa de Comunicação / MD PAPÉIS
Alaôr Gomes (MTb 7484) ou Vanessa Cecília da Silva (MTb 27.207)
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IDORT AMPLIARÁ OFERTA DE CURSOS EM 2006


Para oferecer uma variedade maior de opções aos profissionais e às empresas, o Idort irá dobrar, em 2006, a quantidade de cursos abertos.

Reconhecido por sua tradição de oferecer ampla diversidade de cursos abertos, o Idort prepara-se para ampliar sua atuação nesse segmento. Em 2006, a instituição irá dobrar a quantidade de cursos oferecidos.

“A idéia é proporcionar aos profissionais e às empresas a oportunidade de melhorar sua competência, aprimorar habilidades e enfrentar o desafio da atualização constante”, explica o diretor de marketing Antonio Labella Costa. “Vamos oferecer ao mercado um amplo leque de opções abrangendo desde a atualização profissional até programas de desenvolvimento de gestores. Dessa forma, o Idort cumpre o seu papel social de utilidade pública, capacitando as pessoas e colaborando com o desenvolvimento nacional”.

Os cursos serão repetidos em diversas datas para permitir às pessoas interessadas a montagem de uma agenda. Assim, tanto as pessoas físicas quanto as empresas poderão escolher as datas mais adequadas para participar das aulas de forma escalonada, sem que todas as pessoas precisem se ausentar do local de trabalho ao mesmo tempo.

Avaliando a ambientação dos cursos abertos, Labella lembra que eles possibilitam também o contato com profissionais de outras empresas, estimulando a troca de idéias e experiências.

As aulas estarão a cargo do corpo de consultores da instituição, do qual fazem parte mais de 120 profissionais. “São todos de primeira linha, que recebem aprovação de cem por cento dos participantes dos cursos”, observa Labella. “O Idort faz uma seleção rígida dos consultores que, além da formação acadêmica, já ocuparam posições executivas em empresas e têm sensibilidade para a necessidade prática de resultados nos trabalhos”, avalia Maria Cecília Araújo da Silva, gerente de Consultoria e Competências.

A utilidade dos cursos “é um ponto de honra para o Idort”, sustenta Antonio Labella. “Queremos que no dia seguinte ao treinamento o profissional volte para a empresa e aplique o que aprendeu. Essa é a função do aprendizado”.

Conciliar a gestão de pessoas com os resultados do negócio é o grande desafio dos administradores empresariais, observa Cecília Araújo. “Hoje existem situações de muito estresse no mundo empresarial e um ponto delicado é a questão da redução de pessoas. É nesse contexto que os cursos do Idort contribuem para melhorar o desempenho do profissional, incentivando sua motivação, e auxiliam as empresas a alcançar suas metas com criatividade”.

Ela destaca a importância da competência. “É preciso conhecer, saber fazer e querer fazer. A abordagem do Idort é mais ampla. Nos programas gerenciais, damos prioridade a ferramentas como tomada de decisão e administração do tempo. Mas é preciso cuidar também do aspecto comportamental: o querer, o saber, mobilizar a equipe para aquela ferramenta. Verificamos que as ferramentas evoluíram tremendamente, mas pode ocorrer insucesso na implementação porque o grupo não aceitou o trabalho. Por isso, estamos atentos não apenas ao resultado técnico, mas também às atitudes dos profissionais. Estamos prontos para ajudá-los a ter melhor desempenho”.

A esse respeito, Labella nota que muitas pessoas perdem o emprego não por falta de capacidade técnica, mas por incapacidade relacional. São aqueles indivíduos que, por alguma razão, não têm disposição de aprender novas tecnologias, crescer junto com a empresa – enfim, não querem se atualizar. “As pessoas deveriam dedicar mais atenção e investir para superar essa dificuldade, evitando o problema. Há solução para isso”, completa, ao frisar que o estágio de desenvolvimento do País requer, cada vez mais, a participação de profissionais versáteis.

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Outubro - 2005

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ALTA TECNOLOGIA EM EMBALAGEM

O Sistema Modular de Embalagens de Papelão Ondulado é o único com padronização internacional que atende de maneira simples, versátil e econômica a cadeia de suprimentos dos produtos hortícolas

Desenvolvido com a mais alta tecnologia, é considerado a solução definitiva para produtos hortícolas. Com inúmeras características, preserva a qualidade, integridade e a aparência dos produtos transportados desde a colheita até o consumo final; protege os produtos dos choques e das avarias mecânicas; reduz as perdas pela diminuição do manuseio; otimiza a ventilação; evita a propagação de pragas entre lavouras pela não reutilização de suas embalagens; agrega valor aos produtos no ponto de venda; protege a saúde dos consumidores, entre outras.

"Uma das principais preocupações da nossa entidade é orientar os associados sobre as exigências dos padrões nacionais e internacionais referentes aos alimentos embalados. Tanto que, as crescentes exportações brasileiras de frutas, carnes e aves são feitas em embalagens de papelão ondulado fabricadas no Brasil", lembra o presidente da entidade, Paulo Sérgio Peres


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Outubro - 2005

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IDORT ENTRE OS FINALISTAS DO 8º PRÊMIO TOP OF MIND


O IDORT está entre os cinco finalistas da categoria de empresas de treinamento e desenvolvimento que concorrem ao 8º Prêmio Top of Mind – Fornecedores de RH. A láurea constitui um reconhecimento das marcas organizacionais mais lembradas que prestam serviços ou vendem produtos para os profissionais de Recursos Humanos.

A cédula de votação nas marcas mais lembradas foi dividida em 27 segmentos nos quais o profissional de RH indica as empresas de maior destaque no contato comercial e institucional.

As cinco empresas mais mencionadas em cada um desses segmentos recebem uma homenagem. E em 27 de outubro, a instituição que obtiver o maior número de votos receberá o troféu Top of Mind - Fornecedores de RH da sua categoria.

Nas sete edições anteriores do prêmio, o IDORT alcançou o Top of Mind cinco vezes. Dessas votações já participaram mais de 100 mil profissionais de Recursos Humanos.

Na opinião do presidente do IDORT, professor Roberto Venosa, tal desempenho “representa o resultado de um trabalho persistente e meticuloso, exercido por uma equipe especializada e pronta para colaborar na disseminação do conhecimento e da melhoria da capacitação, beneficiando os indivíduos e as organizações para as quais eles trabalham. Se de um lado o reconhecimento envaidece a instituição, aumenta, por outro, a nossa responsabilidade na melhoria da capacitação das pessoas e das empresas”.

Apoiar a disseminação do conhecimento para estimular o desenvolvimento pessoal e profissional. Esse é o propósito que norteia a atuação do IDORT, que proporciona a empresas e profissionais a oportunidade da qualificação, tendo por base o planejamento, a pesquisa e a aplicação de princípios da moderna gestão de empresas públicas e privadas, com vistas ao aperfeiçoamento do indivíduo e à dinamização do negócio.

Desde sua fundação em São Paulo, em 1931, por educadores, intelectuais e empresários, o IDORT dá resposta ao desafio de proporcionar ao maior número de pessoas o acesso à melhor formação profissional como forma de elevar o desempenho dos indivíduos e das organizações. Mais de 500 mil pessoas já participaram de seus cursos.

A instituição introduziu, no Brasil, o planejamento, a pesquisa e os métodos de trabalho existentes somente nos países desenvolvidos da época.

Informações para a imprensa:
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Outubro - 2005

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